quarta-feira, 16 de março de 2016

ENSAIO SOBRE A POUCA PROBABILIDADE


Quando ela morreu as vozes foram unânimes, recordando-a.
Que se tinha perdido uma grande mulher.
Era uma mulher boa, uma mulher gentil e generosa. Uma mulher carinhosa.

Uma mulher bem disposta. De sorriso constante. Que arrancava gargalhadas.
Uma mulher cheia de mundo que adorava conhecer pessoas e as suas histórias.

Era uma mulher bonita e cativante. Foi sempre uma boa-vivant.

Ela amava os homens. Deixou muitos corações viúvos. Nunca foi mulher de um homem só.

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